Bom, pra não ser cansativa e ser mais direta, vou contar o resumo da história de onde conheci Suelly.
Meu marido e eu, morávamos em uma casa, quer dizer, um buraco, onde tinha um quarto e uma sala bem pequenas, uma cozinha, um banheiro lamentável e uma área (coberta), a qual dividíamos com mais 2 gatos, a Olívia e o Alemão. Entre conversas com uma amiga minha que reencontrei depois de anos, resolvemos alugar uma casa com pátio, para o bem de nossos felinos e o nosso; e claro, o $$ também ajudou, ou pelo menos a falta dele. Encontramos a tal casa, e disse que queria ter um pato de estimação. Até nomes eu tinha escolhido, Alfredo no caso de ser um pato, e Suelly no caso da fêmea, óbvio! Mas minha amiga me perguntou porque não poderia ser Suelly simplesmente? Não importando sexo, nem nada! Por que não?
Até conseguir a casa, foi uma canseira, demoramos quase um mês pra conseguir a casa, e menos de 24h pra estar dentro dela.
Depois quase um mês dentro da casa, tentando comprar o tal do pato e nada, eu estava triste, cansada, entediada e principalmente desmotivada com tudo. Fiquei mal. Dormi demais. Me alimentei mal. Quando numa dessas tardes que eu estava off, pra ser mais específica, no dia 06/05, meu marido chega com um presente: um pato!
continua...
sábado, 8 de maio de 2010
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